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Bate papo Interativo
Decretada prisão preventiva de acusados da morte de Patrícia Acioli
quarta-feira, 23 de maio de 2012
No início do mês, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio já havia mantido a decisão de levar os 11 acusados de envolvimento no assassinato da juíza a júri popular.
A juíza Patrícia Acioli foi assassinada com 21 tiros, em 11 de agosto de 2011, quando chegava à sua casa, no bairro de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. O crime, segundo a denúncia do Ministério Público, teria sido articulado pelo tenente-coronel Claudio Luiz Silva de Oliveira, ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo) e pelo tenente Daniel Santos Benitez Lopez.
Os dois oficiais foram transferidos em dezembro para o presídio federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De acordo com inquérito da Divisão de Homicídios de Niterói, que foi concluído pelo delegado Alan Luxardo, a morte da magistrada foi determinada depois de ela decretar a prisão de um grupo de PMs pela execução de um menor no município.
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